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01/10/2014

Outubro: Jornalistas paranaenses chegam ao 5º mês de intransigência patronal

Outubro: Jornalistas paranaenses chegam ao 5º mês de intransigência patronal

A negociação entre jornalistas e empresários está travada no Paraná. Ao iniciar este mês (01/10/2014), completa-se cinco meses sem assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho 2014


Até agora nada. Os jornalistas paranaenses estão sem aumento real e a negociação coletiva está parada. Mesmo após a categoria rechaçar a contraproposta patronal de assinatura da CCT apenas com o reajuste da inflação, os empresários mantém este indicativo. Após cinco meses depois do vencimento da data-base (1º de maio), os trabalhadores têm para receber das empresas R$ 630,46 (126,09 x 5 – sem computar os impostos / de acordo com o índice de inflação de abril = 4,84%); com salário base de R$ 2.731,29.


“A posição dos patrões é mais um sinal claro de que no negócio do jornalismo o que menos importa é garantir condições mínimas para quem constrói a notícia, logo as empresas não têm o jornalismo como atividade fim e sim o interesse particular dos donos”, explica Guilherme Carvalho, presidente do Sindijor.


Para o Sindijor, enquanto os empresários da comunicação ampliam seus lucros, os jornalistas do Paraná, há anos, têm seus salários defasados. A atual negociação da categoria está travada em virtude da intransigência dos patrões que se negam a renovar a Convenção Coletiva de Trabalho com 1% de aumento real! O patronato aceita conceder apenas 4,84% referente à inflação medida pelo INPC/FGV do período.


A direção do Sindicato e todos os jornalistas paranaenses fazem a mesma pergunta: por que tanta intransigência para fechar uma CCT com aumento real?

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