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10/11/2017

Conquistas em risco com a reforma trabalhista

Conquistas em risco com a reforma trabalhista
Arte: CTRL S Comunicação
Não é mais segredo que a reforma trabalhista, que entre em vigor amanhã (11), vai prejudicar os trabalhadores e beneficiar os patrões. Para o jornalismo, teremos cada vez mais abusos, como, por exemplo, a pejotização do trabalhador, contratos intermitentes, entre outros. Porém, há mais um motivo para se preocupar: a possibilidade de os empresários em desrespeitar conquistas importantes, como o piso salarial e a jornada de cinco horas diárias.


Para detalhar todas as mudanças e apontar como enfrenta-las, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná promovem, no dia 11 de novembro, um seminário com advogados trabalhistas e economistas que vão tirar dúvidas da categoria sobre a reforma. A atividade será às 09 horas, na sede do SindijorPR (Rua José Loureiro, 211, Centro). Para se inscrever clique aqui.


Com a “flexibilização” (cuja flexibilidade beneficia apenas um lado da corda) da CLT, o jornalista corre o risco de sofrer todo o tipo de assédio para aceitar a trabalhar mais e receber menos. “Essa reforma trabalhista está do jeito que os empresários gostam. Para os donos dos meios de comunicação não é diferente. Quem acompanha as nossas assembleias, sabe do empenho do SindijorPR em lutar para que a categoria possa contar com um salário minimamente decente, que respeitem nossa carga horária, entre outros. Por mais que tentem nos dificultar a vida, continuaremos a lutar que não acabem com os nossos direitos”, comenta o diretor-presidente do SindijorPR, Gustavo Vidal.


Para Vidal, é importante que o jornalista denuncie o empregador que não respeitar a nossa convenção coletiva. “Sabemos que o mercado não está fácil, contudo, não podemos nos sujeitar a este tipo de situação. Não vamos deixar que acabem com as nossas conquistas. Para isso, é fundamental que os colegas nos avisem dos abusos patronais”, finaliza.
Autor:Flávio Augusto Laginski Fonte:SindijorPR