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NENHUM DIREITO A MENOS!
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Sindicatos patronais pedem mais tempo para analisar proposta e renovar a CCT
Para debatedores, lei que reconheceu profissão de multimídia é retrocesso
Sindijor PR e Sindijor Norte PR compõem delegação da Fenaj no Congresso Centenário da FIJ
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Mais de 200 pessoas celebram o Dia do Jornalista com muito forró no almoço do SindijorPR
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Morte de equipe da Band Minas expõe riscos da multifunção e da precarização no jornalismo
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📢 A jornada de 5 horas dos jornalistas não é privilégio. É conquista histórica! ✊🏽

Garantida na CLT desde 1943, a jornada especial reconhece que o trabalho jornalístico exige alta pressão, responsabilidade pública, ritmo intenso e desgaste mental permanente.

Esse direito nasceu da luta sindical da categoria e foi fortalecido pela regulamentação profissional e por decisões judiciais ao longo das décadas.

➡️ A 6ª e a 7ª hora só podem existir com acordo formal e pagamento de horas adicionais.

➡️ O direito vale para quem exerce atividade jornalística — inclusive em novos espaços de atuação.

➡️ Em tempos de convergência digital e sobrecarga nas redações, defender a jornada é defender saúde, qualidade da informação e valorização profissional.

Deslize e conheça a história dessa conquista histórica do jornalismo brasileiro. 📰✊🏽

#FENAJ #Jornalistas #JornadaDe5Horas #DireitosTrabalhistas #CLT
  • SAÚDE MENTAL NÃO É BRINCADEIRA: A NOVA NR-1 ENTRA EM VIGOR! 🧠⚖️

Acabou o tempo em que o esgotamento profissional, a ansiedade e o burnout eram tratados pelas empresas como "fraqueza individual". A partir desta semana, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) entra oficialmente em vigor, mudando as regras do jogo.

Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Na prática, as empresas de comunicação, redações e assessorias passam a ter a obrigação legal de combater e prevenir:
❌ Jornadas exaustivas e plantões abusivos
❌ Metas inalcançáveis e pressão psicológica desmedida
❌ Assédio moral, sexual e ambientes corporativos tóxicos

O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

⚠️ NÃO NORMALIZE O ADOECIMENTO!

Se a sua rotina de trabalho está sufocando a sua saúde mental, relate ao Sindicato. O canal de denúncias do SindijorPR é 100% seguro e garante sigilo absoluto para resguardar você. Vamos usar esse novo instrumento legal para cobrar os patrões, barrar os abusos e proteger a nossa categoria.

🔗 Entre em contato pelo link na bio e faça o seu relato

#SindijorPR #SaúdeMentalNoTrabalho #NR1 #DireitosTrabalhistas #JornalistasPR #ValorizeOJornalista #BurnoutNãoÉNormal #FiscalizaçãoTrabalhista #NenhumDireitoAMenos
  • PELO FIM DA ESCALA 6X1 E EM DEFESA DA NOSSA JORNADA! 🛑✊🏾✊🏿✊🏽

Em Curitiba, o SindijorPR participou do ato organizado por trabalhadores pelo fim da escala 6x1, que deve ser votada na Câmara dos Deputados nesta semana. Embora tenha carga-horária específica, jornalistas enfrentam jornadas exaustivas, com plantões e poucas folgas, portanto é primordial garantirmos dois dias de descanso para a classe trabalhadora. 
.
Durante o ato, o deputado Tadeu Veneri (PT) recebeu também a carta aberta feita pela Fenaj e pelos sindicatos na qual a categoria aponta a preocupação em manter nossa jornada de 5 horas diárias, que vem sendo atacada pelos patronais com lobby em Brasília. 
.
📸
Fotos 1-3: Luis Pedruco
Foto 4: Gibran Mendes/CUT
Foto 5: SindijorPR 

#FimDaEscala6x1
#SindijorPR #DireitosTrabalhistas #JornalismoParanaense
  • Repost @cutparana 

✊🏽 Pelo fim da escala 6x1!

Neste domingo (24), Curitiba tem novamente ato em defesa da redução da jornada  sem redução salarial. Vamos pelo Fim da 6x1. 

🕙 A partir das 10h | 📍 Praça João Cândido – Largo da Ordem

Chega de jornadas exaustivas. Trabalhador e trabalhadora também quer viver, descansar e cuidar da família!
#repost @fenajoficial 

📢 A jornada de 5 horas dos jornalistas não é privilégio. É conquista histórica! ✊🏽

Garantida na CLT desde 1943, a jornada especial reconhece que o trabalho jornalístico exige alta pressão, responsabilidade pública, ritmo intenso e desgaste mental permanente.

Esse direito nasceu da luta sindical da categoria e foi fortalecido pela regulamentação profissional e por decisões judiciais ao longo das décadas.

➡️ A 6ª e a 7ª hora só podem existir com acordo formal e pagamento de horas adicionais.

➡️ O direito vale para quem exerce atividade jornalística — inclusive em novos espaços de atuação.

➡️ Em tempos de convergência digital e sobrecarga nas redações, defender a jornada é defender saúde, qualidade da informação e valorização profissional.

Deslize e conheça a história dessa conquista histórica do jornalismo brasileiro. 📰✊🏽

#FENAJ #Jornalistas #JornadaDe5Horas #DireitosTrabalhistas #CLT
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➡️ A 6ª e a 7ª hora só podem existir com acordo formal e pagamento de horas adicionais.

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➡️ A 6ª e a 7ª hora só podem existir com acordo formal e pagamento de horas adicionais.

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3 horas ago
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Acabou o tempo em que o esgotamento profissional, a ansiedade e o burnout eram tratados pelas empresas como "fraqueza individual". A partir desta semana, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) entra oficialmente em vigor, mudando as regras do jogo.

Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Na prática, as empresas de comunicação, redações e assessorias passam a ter a obrigação legal de combater e prevenir:
❌ Jornadas exaustivas e plantões abusivos
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O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

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Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

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O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

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O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

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Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Na prática, as empresas de comunicação, redações e assessorias passam a ter a obrigação legal de combater e prevenir:
❌ Jornadas exaustivas e plantões abusivos
❌ Metas inalcançáveis e pressão psicológica desmedida
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O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

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Se a sua rotina de trabalho está sufocando a sua saúde mental, relate ao Sindicato. O canal de denúncias do SindijorPR é 100% seguro e garante sigilo absoluto para resguardar você. Vamos usar esse novo instrumento legal para cobrar os patrões, barrar os abusos e proteger a nossa categoria.

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Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Na prática, as empresas de comunicação, redações e assessorias passam a ter a obrigação legal de combater e prevenir:
❌ Jornadas exaustivas e plantões abusivos
❌ Metas inalcançáveis e pressão psicológica desmedida
❌ Assédio moral, sexual e ambientes corporativos tóxicos

O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

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Agora, os chamados riscos psicossociais — aqueles causados diretamente pela forma como o trabalho é estruturado — passam a fazer parte obrigatória do radar de fiscalização do Ministério do Trabalho.

Na prática, as empresas de comunicação, redações e assessorias passam a ter a obrigação legal de combater e prevenir:
❌ Jornadas exaustivas e plantões abusivos
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O cenário nacional é alarmante: o país registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais no último ano. No jornalismo, convivemos diariamente com redações enxutas, acúmulo de funções (como a sobreposição do "profissional multimídia") e colegas no limite absoluto da exaustão. Isso precisa parar.

As empresas que não mapearem esses riscos no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e não mudarem suas condutas serão notificadas e multadas pelos auditores-fiscais. A nova lei nos dá o respaldo necessário, mas a fiscalização só ganha força se a nossa categoria não aceitar calada.

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Se a sua rotina de trabalho está sufocando a sua saúde mental, relate ao Sindicato. O canal de denúncias do SindijorPR é 100% seguro e garante sigilo absoluto para resguardar você. Vamos usar esse novo instrumento legal para cobrar os patrões, barrar os abusos e proteger a nossa categoria.

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PELO FIM DA ESCALA 6X1 E EM DEFESA DA NOSSA JORNADA! 🛑✊🏾✊🏿✊🏽

Em Curitiba, o SindijorPR participou do ato organizado por trabalhadores pelo fim da escala 6x1, que deve ser votada na Câmara dos Deputados nesta semana. Embora tenha carga-horária específica, jornalistas enfrentam jornadas exaustivas, com plantões e poucas folgas, portanto é primordial garantirmos dois dias de descanso para a classe trabalhadora. 
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Durante o ato, o deputado Tadeu Veneri (PT) recebeu também a carta aberta feita pela Fenaj e pelos sindicatos na qual a categoria aponta a preocupação em manter nossa jornada de 5 horas diárias, que vem sendo atacada pelos patronais com lobby em Brasília. 
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Fotos 1-3: Luis Pedruco
Foto 4: Gibran Mendes/CUT
Foto 5: SindijorPR 

#FimDaEscala6x1
#SindijorPR #DireitosTrabalhistas #JornalismoParanaense
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Em Curitiba, o SindijorPR participou do ato organizado por trabalhadores pelo fim da escala 6x1, que deve ser votada na Câmara dos Deputados nesta semana. Embora tenha carga-horária específica, jornalistas enfrentam jornadas exaustivas, com plantões e poucas folgas, portanto é primordial garantirmos dois dias de descanso para a classe trabalhadora. 
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Durante o ato, o deputado Tadeu Veneri (PT) recebeu também a carta aberta feita pela Fenaj e pelos sindicatos na qual a categoria aponta a preocupação em manter nossa jornada de 5 horas diárias, que vem sendo atacada pelos patronais com lobby em Brasília. 
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Durante o ato, o deputado Tadeu Veneri (PT) recebeu também a carta aberta feita pela Fenaj e pelos sindicatos na qual a categoria aponta a preocupação em manter nossa jornada de 5 horas diárias, que vem sendo atacada pelos patronais com lobby em Brasília. 
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Em Curitiba, o SindijorPR participou do ato organizado por trabalhadores pelo fim da escala 6x1, que deve ser votada na Câmara dos Deputados nesta semana. Embora tenha carga-horária específica, jornalistas enfrentam jornadas exaustivas, com plantões e poucas folgas, portanto é primordial garantirmos dois dias de descanso para a classe trabalhadora. 
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Durante o ato, o deputado Tadeu Veneri (PT) recebeu também a carta aberta feita pela Fenaj e pelos sindicatos na qual a categoria aponta a preocupação em manter nossa jornada de 5 horas diárias, que vem sendo atacada pelos patronais com lobby em Brasília. 
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✊🏽 Pelo fim da escala 6x1!

Neste domingo (24), Curitiba tem novamente ato em defesa da redução da jornada  sem redução salarial. Vamos pelo Fim da 6x1. 

🕙 A partir das 10h | 📍 Praça João Cândido – Largo da Ordem

Chega de jornadas exaustivas. Trabalhador e trabalhadora também quer viver, descansar e cuidar da família!
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4 dias ago
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