O jornalista Marcelo Oikawa lançou no dia 23 a partir das 19h30, no Centro de Educação e Física e Esportes da Universidade Estadual de Londrina, o livro “Porecatu – A guerrilha que a os comunistas esqueceram”. A guerrilha de Porecatu durou sete anos – de 1944 a 1951. Com o envolvimento do Partido Comunista do Brasil (PCB) em 1948, chegou a controlar um perímetro de 40 quilômetros quadrados. Nesse período os posseiros fundaram as duas primeiras associações de lavradores do Brasil – a de Porecatu, com 270 famílias, e a de Guaraci, com 268. Elas chegaram a 12 até o final do conflito, já com o nome de Ligas Camponesas. A disputa pelas terras devolutas também levou à assinatura do primeiro decreto de desapropriação de terras para fins sociais do país. Foi lá que a palavra “camponês” foi usada pela primeira vez para designar o trabalhador rural sem terra, arrendatário, colono ou pequeno proprietário. O lançamento integrou a 10ª Jornada de Agroecologia, promovida por movimentos sociais do campo e pesquisadores da área. Veja mais aqui.
Fonte:Jornada de Agroecologia


