Coordenadores e professores de jornalismo de diferentes instituições de ensino superior do Paraná participaram de reunião, na tarde desta quinta-feira (19), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR), para discutir a próxima edição do Sangue Novo. O prêmio mais querido pelos estudantes de jornalismo do Estado está chegando e alguns últimos ajustes são necessários antes da abertura das inscrições.
No ano passado o evento recebeu 438 trabalhos desenvolvidos pelos estudantes nas universidades do Paraná e reconheceu 66 materiais inscritos nas 22 (vinte e duas) categorias do prêmio. Para este ano a expectativa é aumentar ainda mais esse número já que última edição contou com reportagens, programas, documentários e trabalhos de iniciação científica extremamente bem produzidos, segundo a organização e comissão julgadora do evento.
Ainda não foram definidas as datas – tanto de abertura quanto de encerramento – das inscrições, mas o importante é entrar em sintonia com o calendário das universidades, não esquecendo as estaduais e federais que acabam tendo alterações por conta de paralisações e greves. A proposta é até o início de dezembro já anunciar a programação completa para os alunos que já têm demonstrado ansiedade com o evento.
Guilherme Carvalho, coordenador do curso de jornalismo do Centro Universitário Internacional – Uninter – entende que o prêmio é esperado, em alguns casos, com um ano de antecedência pelos estudantes e já faz parte do planejamento dos universitários. “Na hora de fazer um trabalho, muitos já levam em consideração a possibilidade de serem reconhecidos com um prêmio desses”, revela.
A diretora de cultura do Sindicato dos Jornalistas do Paraná, Silvia Valim, garante que “o apoio dos professores e coordenadores é fundamental nesta etapa. Afinal, um dos objetivos do prêmio é contribuir para a melhoria da qualidade de ensino nas universidades de jornalismo. Nada fazemos sozinhos no SindijorPR e não seria diferente com o prêmio que é nossa menina dos olhos, pois cuida do futuro da profissão”, garante.
Por isso mesmo a discussão desta semana entre universidades e coordenação do prêmio é necessária atendendo sempre as constantes transformações das diretrizes curriculares. Para o professor da Universidade Positivo – UP, Hendryo André, “o encontro é válido porque demonstra uma preocupação dos organizadores com a transparência da premiação. Além disso, é um espaço que possibilita o incentivo ao reconhecimento para experimentações em jornalismo, especialmente em um contexto no qual novos formatos e gêneros surgem em ritmo acelerado”, argumenta.
O diretor-presidente do SindijorPR, Gustavo Vidal, também participou da reunião e disse não medir esforços para que todas as solicitações de melhorias sejam atendidas. “Precisamos avaliar as necessidades do prêmio para que ele continue cada ano mais tendo o reconhecimento necessário para que nossos futuros jornalistas já tenham perspectivas no mercado de trabalho. Assim teremos cumprido nossa missão”.
Autor:SindijorPR


