Triste ranking coloca o Paraná e uma das principais cidades da região metropolitana de Curitiba na vitrine da violência contra a mulher. Os paranaenses estão em terceiro lugar se tratando de mortes (6,3 mortes por ano para cada 100 mil pessoas – média nacional: 4,4). Já Piraquara é a segunda pior da país, com uma alarmante taxa de 24,4. A falta de informação precisa é o principal impedimento no combate à violência contra a mulher, que foi pautada no início da semana no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná, no embalo da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Congresso Nacional.
A CPMI investiga o tema que chegou ao Paraná para ouvir os movimentos de mulheres, secretarias de Estado, Ministério Público, Judiciário, Defensoria Pública e OAB. A Comissão visitará os dez Estados mais violentos do Brasil para as mulheres, além dos quatro mais populosos do país. A comissão já visitou Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Alagoas.
"Incompetência do estado brasileiro ou a insuficiência dele" é uma questão que o deputado federal paranaense e membro da Comissão, Dr. Rosinha, aborda ainda que o objetivo não apenas investigar as causas desse tipo de violência, porque isso já é conhecido, mas a dimensão dela, além da impunidade.
Leia matéria na íntegra aqui (Fonte: CUT-PR e APP Sindicato).
*Por Regis Luís Cardoso
*Foto: Nani Gois (ALEP)


