Apesar do compromisso assumido com a Federação Nacional dos Jornalistas e presidentes de Sindicatos da categoria, o Ministério do Trabalho resolveu editar, no final do ano passado, norma interna orientando as Secretarias Regionais do Trabalho no processo de registros de jornalistas. O processo é criticado pela Federação, que reivindica nova audiência com o ministro Carlos Lupi para tratar do assunto. Jornalistas diplomados serão registrados como jornalistas profissionais e os demais, como jornalista. Não está claro como será o registro de diagramador, ilustrador, repórter fotográfico e cinematográfico. A norma do MTE cria a situação em que é possível o registro de menores, analfabetos e, até mesmo, criminosos como jornalistas, visto que os critérios para o registro é zero. “O ministro do Trabalho seguiu literalmente as posições estapafúrdias do ministro Gilmar Mendes que acha que para ser jornalista, basta estar vivo”, protestou o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade. Veja mais aqui.
Fonte:Fenaj


